Era vista como alguém forte, responsável e capaz de sustentar muitas coisas ao mesmo tempo. Até que meu corpo chegou a um ponto em que continuar deixou de ser uma escolha.
Houve dias em que eu não conseguia levantar da cama.
Não foi uma mudança repentina, nem uma história que começou com todas as respostas organizadas. Foi um processo de exaustão, adoecimento, busca, frustração e reconstrução.
Durante muito tempo, pensei que talvez me faltasse fé. Em outros momentos, achei que havia alguma coisa errada comigo, que eu precisava ser mais forte, mais disciplinada ou mais grata.
Mas nenhuma dessas explicações contava a história inteira.